Frederico Peret, diretor-presidente da Unimed-BH, é o nono entrevistado da Temporada Minas S/A Mercados em todas as plataformas de O TEMPO.
A cooperativa mineira é a sexta maior operadora de plano de saúde do país, de acordo com a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) atendendo 34 municípios da região metropolitana de Belo Horizonte.
A receita líquida da Unimed-BH foi de R$ 6,89 bilhões em 2024, alta de mais de 13,78%.
Peret conta que o Hospital Unimed em Contagem fica pronto em março de 2026 e o de Nova Lima em 2027.
Para fazer frente ao trabalho, juntas, as duas novas unidades vão gerar de 500 a mil empregos.
Com mais de 5.100 médicos cooperados e mais de 1,5 milhão de clientes, a Unimed-BH são itidos por meio de concurso em torno de 150 a 200 médicos por ano, todos os anos.
Peret também confirma estudos de viabilidade para a Unimed-BH anexar a Unimed Sete Lagoas.
A seguir, a entrevista de Frederico Peret na íntegra:
HL: Eu adoro quando as empresas conseguem performar, gerar resultado, devolver isso para a sociedade, mas me explica como vocês conseguiram um resultado, numa época em que a gente vê planos de saúde quebrando, deixando clientes na mão, e a Unimed-BH conseguindo reportar uma receita líquida de mais de 13% de crescimento.
FP: Bom, Helenice, você falou bem, a Unimed-BH é uma cooperativa, e eu acho que posso traduzir esse resultado em uma palavra: cooperação. Cooperação e um esforço conjunto da área de mercado, da área que cuida da nossa área de provimento, que cuida da assistência aos clientes e, claro, destacar aqui o papel dos cooperados, nossos sócios, no sentido de entender a realidade do Mercado, a necessidade de nós trazermos boas práticas e entender que cada vez mais isso pressiona muitas operadoras de plano de saúde. Como você colocou bem, nós somos uma operadora, e nós somos uma operadora com crescimento, podemos dizer, exponencial dos custos assistenciais. Então, esse equilíbrio que foi buscado do ano de 2024 entre o controle de custos assistenciais e, mais do que isso, controle de desperdício…
HL: Tem sempre coisa para poder cortar, não é">